Visualizar:

▼ Postagens (713)
  • EVANGELHO DO DIA SOMENTE NO FACEBOOK

    12

    Abr
    12/04/2013 às 07h49

    www.facebook.com/cpedrossevangelho

  • EVANGELHO DO DIA - 30/03/09

    30

    Mar
    30/03/2012 às 07h59

    EVANGELHO DO DIA - 30/03/09

    A Festa da Dedicação - Jo 10, 31-42

    Naquele tempo, os judeus pegaram pedras para apedrejar Jesus. E ele lhes disse:
    - Eu vos mostrei muitas obras boas da parte do Pai. Por qual delas me quereis apedrejar?
    Os judeus responderam:
    - Não queremos te apedrejar por causa de uma obra boa, mas por causa da blasfêmia. Tu, sendo apenas um homem, pretendes ser Deus!
    Jesus respondeu:
    - Acaso não está escrito na vossa Lei: "Eu disse: sois deuses"? Ora, ninguém pode anular a Escritura. Se a Lei chama deuses as pessoas às quais se dirigiu a palavra de Deus, por que, então, acusais de blasfêmia àquele que o Pai consagrou e enviou ao mundo, só porque disse: "Eu sou Filho de Deus"? Se não faço as obras do meu Pai, não acrediteis em mim. Mas, se eu as faço, mesmo que não queirais crer em mim, crede nas minhas obras, para que saibais e reconheçais que o Pai está em mim e eu no Pai.
    Mais uma vez, procuravam prendê-lo, mas ele escapou das suas mãos. Jesus se retirou de novo para o outro lado do Jordão, para o lugar onde, antes, João esteve batizando. Ele permaneceu lá, e muitos foram a ele. Diziam:
    - João não fez nenhum sinal, mas tudo o que ele falou a respeito deste homem é verdade.
    E muitos, ali, passaram a crer nele.

    COMENTANDO O EVANGELHO: Sou o Filho de Deus

    A intimidade que Jesus mostrava ter com seu Pai constituía o ponto central do atrito com seus adversários. Na história de Israel, pontilhada de pessoas piedosas, jamais alguém havia manifestado estar tão próximo de Deus, como Jesus afirmava estar. Por isso, seus adversários não sabiam como tratá-lo. Preferiram apedrejá-lo, para se verem livres de sua presença incômoda.

    E isto, não porque Jesus fosse arrogante e orgulhoso, e se prevalecesse de um poder que as outras pessoas não possuíam. Em verdade, ele não exigia para si um tratamento especial, por sua condição divina, nem tinha ambições políticas de tomar o poder, e submeter o povo a seus caprichos. Pelo contrário, o projeto de Jesus opunha-se a tudo isso.

    O Mestre irritava os seus adversários, porque se recusava a aderir a uma das facções religiosas existentes. Pelo contrário, criticava-as e denunciava-lhes as incoerências. E tais denúncias eram feitas com uma autoridade, até então, desconhecida, que Jesus atribuía ao Pai.

    Por outro lado, seus adversários pensavam estar agindo perfeitamente de acordo com a vontade de Deus. Conseqüentemente, não podiam aceitar que alguém, invocando a autoridade divina na condição de Filho, pudesse lançar-lhes em face acusações tão severas.

    A situação de Jesus era extremamente perigosa diante de seus adversários. Entretanto, não teve medo de enfrentá-los, mesmo sabendo que podia ser eliminado por eles.

    ORAÇÃO

    Espírito Santo, livra-me da dureza de coração, que não me deixa reconhecer a filiação divina de Jesus.


  • EVANGELHO DO DIA - 29/03/12

    29

    Mar
    29/03/2012 às 07h40

    EVANGELHO DO DIA - 29/03/12

    Jesus e Abraão - Jo 8, 51-59

    Naquele tempo, disse Jesus aos judeus:
    - Em verdade, em verdade,vos digo: se alguém observar a minha palavra, nunca verá a morte.
    Os judeus então disseram:
    - Agora estamos certos de que tens um demônio. Abraão morreu, e os profetas também, e tu dizes: "Se alguém observar a minha palavra, jamais provará a morte". Porventura és maior do que nosso pai Abraão, que morreu? E também os profetas morreram. Quem tens a pretensão de ser?
    Jesus respondeu:
    - Se eu me glorificasse a mim mesmo, minha glória não valeria nada. Meu Pai é quem me glorifica, aquele que dizeis ser vosso Deus. No entanto, vós não o conheceis. Mas eu o conheço; e se dissesse que não o conheço eu seria um mentiroso como vós. Mas eu o conheço e observo a sua palavra. Vosso pai Abraão alegrou-se intensamente por ver o meu dia. Ele viu e alegrou-se.
    Os judeus disseram-lhe então:
    - Ainda não tens cinqüenta anos, e viste Abraão?!
    Jesus respondeu:
    - Em verdade, em verdade, vos digo: antes que Abraão existisse, eu sou.
    Então, pegaram pedras para o apedrejar; mas Jesus escondeu-se e saiu do templo.

    COMENTANDO O EVANGELHO: Palavra de vida

    Quando Jesus falava em “minhas palavras”, estava contrapondo seus ensinamentos aos de seus adversários. Onde está a divergência?

    As palavras de Jesus têm origem no Pai, e são expressão do ensinamento divino. Já as palavras dos adversários não correspondiam, necessariamente, ao pensamento divino, por estarem contaminadas por uma série de elementos sem relevância, aos quais eles davam muito valor; o essencial, porém, nem sempre era devidamente valorizado.

    Os ensinamentos de Jesus eram um constante convite à conversão, um apelo a usar de misericórdia, a exemplo do Pai. Os adversários, pelo contrário, insistiam na submissão estrita aos ditames da Lei, minuciosamente especificados. Bastava a mera obediência exterior da Lei, para a pessoa ser considerada justa.

    As palavras do Mestre eram portadoras de vida, porque geradoras de comunhão, ao passo que as dos seus adversários, incapazes de tocar o íntimo do coração humano, acabavam por levar as pessoas a uma falsa confiança em Deus.

    Evidentemente, as palavras de Jesus são mais exigentes e requerem um empenho maior do que as palavras de seus adversários. De fato, é fácil observar, exatamente, certas normas bem precisas. O difícil é aventurar-se na proposta feita por Jesus.

    ORAÇÃO

    Espírito Santo, que eu seja suficientemente sábio para acolher as palavras de Jesus, que me proporcionam vida, e rejeitar o que me afasta do Pai.

  • EVANGELHO DO DIA 28-03-2012

    28

    Mar
    28/03/2012 às 07h52

    Evangelho do Dia

    Ano B - 28 de março de 2012

    João 8,31-42

    Honra, glória, poder e louvor a Jesus, nosso Deus e Senhor! 
    Felizes os que observam a palavra do Senhor de reto coração e que produzem muitos frutos, até o fim perseverantes! (Lc 8,15) 

    Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. 
    8 31 E Jesus dizia aos judeus que nele creram: “Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; 
    32 conhecereis a verdade e a verdade vos livrará”. 
    33 Replicaram-lhe: “Somos descendentes de Abraão e jamais fomos escravos de alguém. Como dizes tu: ‘Sereis livres’”? 
    34 Respondeu Jesus: “Em verdade, em verdade vos digo: todo homem que se entrega ao pecado é seu escravo. 
    35 Ora, o escravo não fica na casa para sempre, mas o filho sim, fica para sempre. 
    36 Se, portanto, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres. 
    37 Bem sei que sois a raça de Abraão; mas quereis matar-me, porque a minha palavra não penetra em vós. 
    38 Eu falo o que vi junto de meu Pai; e vós fazeis o que aprendestes de vosso pai”. 
    39 “Nosso pai”, replicaram eles, “é Abraão”. Disse-lhes Jesus: “Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão. 
    40 Mas, agora, procurais tirar-me a vida, a mim que vos falei a verdade que ouvi de Deus! Isso Abraão não o fez. 
    41 Vós fazeis as obras de vosso pai”. Retrucaram-lhe eles: “Nós não somos filhos da fornicação; temos um só pai: Deus”. 
    42 Jesus replicou: “Se Deus fosse vosso pai, vós me amaríeis, porque eu saí de Deus. É dele que eu provenho, porque não vim de mim mesmo, mas foi ele quem me enviou”. 
    Palavra da Salvação.

    <div><hr size="1" noshade="noshade" /></div><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"><tbody><tr><td width="224" valign="top">

    Comentário do Evangelho

    ESCRAVIDÃO E LIBERDADE 

    Escravidão e liberdade resultam da postura que as pessoas assumem, diante de Jesus e de seu projeto. A liberdade brota da obediência ao Mestre, explicitada em forma de comunhão e solidariedade, de maneira especial, com os mais fracos e pequeninos. Este gesto de amor é possível quando o discípulo se liberta da tirania do egoísmo, e se projeta para além de si mesmo. A escravidão acontece quando, tiranizadas pelo egoísmo, as pessoas não são capazes de superar seus pequenos interesses, abrindo-se para Deus e para o próximo. 
    Existem religiosidades falsamente libertadoras, que levam as pessoas a se apegarem a elementos secundários, tornando-se incapazes de acolher o projeto de Deus. 
    Jesus entrou em atrito com gente deste tipo. O orgulho de pertencerem à descendência de Abraão levava certas pessoas a se oporem, abertamente, a Jesus, o enviado do Pai, e à sua proposta de conversão. Pensando ser filhos de Deus, acabavam por se fazer filhos de outro pai. Não pode haver contradição no agir de quem provém de Deus. Se rejeitam o Filho, é porque não estão enraizados no Pai. 
    A missão de Jesus consistiu em libertar a humanidade, fazendo-a conhecer a verdade. Não podemos nos contentar com uma libertação apenas aparente e enganadora. Só Jesus pode tornar-nos, efetivamente, livres. 

    Oração 
    Espírito de libertação, não permitas que eu me deixe enganar pela liberdade aparente, e sim, que eu conheça a verdade que me torna livre.

    </td></tr></tbody></table>

     

  • EVANGELHO DO DIA - 27/03/12

    27

    Mar
    27/03/2012 às 07h34

    EVANGELHO DO DIA - 27/03/12

    Origem e destino de Jesus - Jo 8, 21-30

    Naquele tempo, Jesus disse aos fariseus:
    - Eu vou embora, e vós me procurareis; mas morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou, vós não podeis ir.
    Os judeus, então, comentavam:
    - Acaso ele irá se matar? Pois ele diz: “Para onde eu vou, vós não podeis ir”.
    Ele continuou a falar:
    - Vós sois daqui de baixo; eu sou do alto. Vós sois deste mundo; eu não sou deste mundo. Eu vos disse que morrereis nos vossos pecados. Se não acreditais que “eu sou”, morrereis nos vossos pecados.
    Eles lhe perguntaram:
    - Quem és tu, então?
    Jesus respondeu:
    - Para iniciar, isto mesmo que vos estou falando. Tenho muitas coisas a dizer a vosso respeito, e a julgar também. Mas aquele que me enviou é verdadeiro, e o que ouvi dele é o que eu falo ao mundo.
    Eles, porém, não compreenderam que estava lhes falando do Pai. Por isso, Jesus continuou:
    - Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que “eu sou”, e que nada faço por mim mesmo, mas falo apenas aquilo que o Pai me ensinou. Aquele que me enviou está comigo. Ele não me deixou sozinho, porque eu sempre faço o que é do seu agrado.
    Como falasse estas coisas, muitos passaram a crer nele.

    COMENTANDO O EVANGELHO: Jesus revela sua identidade

    Os diálogos entre Jesus e seus adversários eram pontilhados de mal-entendidos. As palavras do Mestre eram tomadas numa conotação indevida, acabando por alterar-lhes o sentido. Quando Jesus evocava sua próxima volta para o Pai, eles pensavam em suicídio. O Mestre afirmava que era do Alto e não deste mundo. Seus adversários, no entanto, não percebiam do que se tratava. Sua mente obtusa não lhes permitia captar o sentido de qualquer afirmação de Jesus.

    Ao falar de si mesmo, como “Eu Sou”, Jesus retomava o nome divino revelado a Moisés na teofania da sarça ardente. “Eu sou”, dito de Jesus, portanto, colocava-o no mesmo nível da divindade, afirmando sua unidade profunda com Deus tanto no ser quanto no agir.

    Os adversários do Mestre eram incapazes de dar este salto de qualidade. Seu horizonte teológico era insuficiente para isto. A conjugação do “Eu Sou” vétero-testamentário com a pessoa de Jesus de Nazaré supunha uma abertura de mente impossível de ser encontrada no âmbito do farisaísmo. O monoteísmo monolítico de sua fé não lhes permitia aceitar a pessoa do Messias, sem causar rupturas.

    Este, porém, ao revelar sua unidade com o Pai, não tinha nenhuma intenção de negar a fé monoteísta de seu povo. Simplesmente, ele sabia que Javé não era um Deus solitário. Junto com ele, estava seu Filho querido.

    ORAÇÃO

    Senhor Jesus, quantas vezes tua identidade me foi revelada, sem que eu a captasse devidamente. Dá-me a capacidade de compreender, de fato, quem tu és.


  • EVANGELHO DO DIA - 23/03/12

    23

    Mar
    23/03/2012 às 07h44

    EVANGELHO DO DIA - 23/03/12

    Reações do povo - Jo 7, 1-2.10.25-30

    Naquele tempo, Jesus percorria a Galiléia; não queria circular na Judéia, porque os judeus procuravam matá-lo. Estava próxima a festa dos judeus, chamada das Tendas. Depois que seus irmãos subiram para a festa, Jesus subiu também, não publicamente, mas em segredo.
    Alguns de Jerusalém diziam:
    - Não é este a quem procuram matar? Olha, ele, fala publicamente e ninguém lhe diz nada. Será que os chefes reconheceram que realmente ele é o Cristo? Mas este, nós sabemos de onde ele é. O Cristo, quando vier, ninguém saberá de onde ele é.
    Enquanto pois ensinava no templo, Jesus exclamou:
    - Sim, vós me conheceis e sabeis de onde eu sou. Ora, eu não vim por conta própria; aquele que me enviou é verdadeiro, mas vós não o conheceis. Eu o conheço, porque venho dele e foi ele quem me enviou!
    Eles procuravam então, prendê-lo, mas ninguém lhe pôs as mãos, porque ainda não tinha chegado a sua hora.

    COMENTANDO O EVANGELHO: Só o Pai tem poder sobre Jesus

    O perseguidores de Jesus foram estreitando, sempre mais, o cerco a seu redor, com o intento de matá-lo. O Filho de Deus, porém, não ficou abalado, nem mudou seu programa de ação, temendo represálias. Sua ousadia brotava da segurança com que buscava ser fiel ao querer do Pai.

    Embora ameaçado de morte, Jesus pregou abertamente em Jerusalém, defendendo sua condição de enviado e sua missão. Seus inimigos, nem de longe davam-se conta da origem divina do Mestre. Por causa de seus preconceitos, detinham-se apenas na aparência humana de Jesus. Entretanto, além de ser realmente homem, ele era o enviado de junto do Pai, com a missão precisa de trazer salvação à humanidade.

    Os adversários de Jesus só esperavam o momento propício para concretizar seu intento de matá-lo. Não conseguiam, contudo, pôr em prática seu desígnio maligno, porque a hora de Jesus ainda não havia chegado. Só o Pai tinha poder sobre o Filho. Por conseguinte, a vida de Jesus se consumaria na hora determinada por ele. A cruz dependia do plano de Deus para Jesus. As tramas dos inimigos não tinham nenhuma importância, pois a vida de Jesus seguia um projeto sobre o qual eles não tinham o poder de influir. Nada aconteceria com Jesus, sem o consentimento do Pai.

    ORAÇÃO

    Senhor Jesus, que a minha vida esteja totalmente nas mãos do Pai, assim como tu viveste totalmente confiado a ele.

  • EVANGELHO DO DIA - 22/03/12

    22

    Mar
    22/03/2012 às 07h50

    EVANGELHO DO DIA - 22/03/12

    O testemunho te Jesus - Jo 5, 31-47

    Naquele tempo, disse Jesus aos judeus: "Se eu der testemunho de mim mesmo, meu testemunho não vale. Mas há um outro que dá testemunho de mim, e eu sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro. Vós mandastes mensageiros a João, e ele deu testemunho da verdade. Eu, porém, não dependo do testemunho de um ser humano. Mas falo assim para a vossa Salvação. João era uma lâmpada que estava acesa e a brilhar, e vós com prazer vos alegrastes por um tempo com a sua luz. Mas eu tenho um testemunho maior que o de João; as obras que o Pai me concedeu realizar. As obras que eu faço dão testemunho de mim, mostrando que o Pai me enviou. E também o Pai que me enviou dá testemunho a meu favor. Vós nunca ouvistes sua voz, nem vistes sua face, e sua palavra não encontrou morada em vós, pois não acreditais naquele que ele enviou. Vós examinais as escrituras, pensando que nelas possuís a vida eterna. No entanto, as escrituras dão testemunho de mim, mas não quereis vir a mim para ter a vida eterna! Eu não recebo a glória que vem dos homens. Mas eu sei que não tendes em vós o amor de Deus. Eu vim em nome do meu Pai, e vós não me recebeis. Mas, se um outro viesse em seu próprio nome, a este vós o receberíeis. Como podereis acreditar, vós que recebeis glória uns dos outros e não buscais a glória que vem do único Deus? Não penseis que eu vos acusarei diante do Pai. Há alguém que vos acusa: Moisés, no qual colocais a vossa esperança. Se acreditásseis em Moisés, também acreditaríeis em mim, pois foi a respeito de mim que ele escreveu. Mas se não acreditais nos seus escritos, como acreditareis então nas minhas palavras?"

    COMENTANDO O EVANGELHO: O Pai dá testemunho de Jesus

    O sentimento de pertença ao Pai e a consciência de tê-lo a seu favor eram fundamentais na vida de Jesus. Afinal, ele não tinha nenhuma instituição a quem apelar para justificar sua ação. Não pertencia a nenhum dos partidos religiosos da época. Não era de família sacerdotal. Nem se apresentava com o título de rabi. Falando em termos humanos, Jesus era totalmente independente. Por conseguinte, seus inimigos não sabiam como classificá-lo e careciam de pistas para interpretar seu modo de proceder.

    Na perspectiva do Filho de Deus, tudo se passava de maneira diferente. Ele tinha consciência de contar com o apoio do Pai em tudo quanto fazia. Por fidelidade a ele, sentia-se movido a ir adiante, sem retroceder, dispensando o reconhecimento e a glória do mundo. Bastava o que lhe era oferecido pelo Pai.

    Todavia, Jesus não se prevaleceu de sua condição de enviado. A fidelidade ao querer do Pai norteou seu agir. Nada mais lhe interessava, senão ser reconhecido como fiel pelo Pai.

    Apesar das adversidades, sentia-se motivado a seguir adiante. Além do Pai, as Escrituras também o apoiavam. Nelas encontrava luzes que justificavam o rumo dado à sua vida. E não tinha dúvida de estar no caminho certo. Ele não corria o risco de agir como um impostor, que evoca Deus para, no fundo, impor sua vontade.

    ORAÇÃO

    Senhor Jesus, creio que o Pai testemunha a teu favor, e quero também colocar-me do teu lado.

  • EVANGELHO DO DIA - 21/03/12

    21

    Mar
    21/03/2012 às 07h50

     

    EVANGELHO DO DIA - 21/03/12

    Autoridade de Jesus - Jo 5,17-30

    Naquele tempo, Jesus respondeu aos judeus:
    - Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho.
    Então, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque, além de violar o sábado, chamava Deus o seu Pai, fazendo-se, assim, igual a Deus.
    Tomando a palavra, Jesus disse aos judeus:
    - Em verdade, em verdade vos digo, o Filho não pode fazer nada por si mesmo; ele faz apenas o que vê o Pai fazer. O que o Pai faz, o Filho o faz também. O Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que ele mesmo faz. E lhe mostrará obras maiores ainda, de modo que ficareis admirados. Assim como o Pai ressuscita os mortos e lhes dá a vida, o Filho também dá a vida a quem ele quer. De fato, o Pai não julga ninguém, mas ele deu ao Filho o poder de julgar, para que todos honrem o Filho, assim como honram o Pai. Quem não honra o Filho, também não honra o Pai que o enviou. Em verdade, em verdade vos digo, quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, possui a vida eterna. Não será condenado, pois já passou da morte para a vida. Em verdade, em verdade, eu vos digo: está chegando a hora, e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem, viverão. Porque, assim como o Pai possui a vida em si mesmo, do mesmo modo
    concedeu ao Filho possuir a vida em si mesmo. Além disso, deu-lhe o poder de julgar, pois ele é o Filho do Homem. Não fiqueis admirados com isso, porque vai chegar a hora, em que todos os que estão nos túmulos ouvirão a voz do Filho e sairão: aqueles que fizeram o bem ressuscitarão para a vida; e aqueles que praticaram o mal, para a condenação. Eu não posso fazer nada por mim mesmo. Eu julgo conforme o que escuto, e meu julgamento é justo, porque não procuro fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.

    COMENTANDO O EVANGELHO: Jesus, unido com o pai

    A liberdade e a familiaridade com que Jesus se referia a Deus incomodavam seus inimigos. Era-lhes insuportável ouvir Jesus chamá-lo de Pai e afirmar sua unidade profunda com o ele, e perceber em sua ação indicações de que, realmente, ele possuía algo próprio de Deus. Caso contrário, seu agir seria inexplicável. Os inimigos decidiram, então, eliminar o Mestre por não suportarem sua presença.

    Jesus não minimizou o problema. Sem titubear, proclamou sua radical dependência do Pai, de quem procedia e sob cuja orientação agia. O Pai outorgou-lhe o direito de comunicar vida e confiou-lhe todo o julgamento. Portanto, todas as pessoas, inclusive os adversários de Jesus, estavam na dependência de seu julgamento. Ele haveria de julgar concedendo vida a quem praticou o bem e castigando a quem praticou o mal.

    Os que se opunham ao Mestre, que ficassem atentos. Indispor-se contra ele, significava indispor-se contra o próprio Deus. Opção terrivelmente perigosa!

    O alerta de Jesus não surtiu efeito. Antes, só fez aumentar a ira de seus opositores e torná-los cada vez mais determinados a levar a cabo o seu intento. A cegueira tirou-lhes a capacidade de discernir. Por isso, quanto mais Jesus tentava alertá-los para a insanidade de seu projeto, tanto mais insistiam em colocá-lo em prática. O tempo daria razão a Jesus.

    ORAÇÃO

    Senhor Jesus, faze-me compreender que tua união com o Pai prepara o caminho para que também eu viva em comunhão com ele.

     

  • EVANGELHO DO DIA 20-03-2012

    20

    Mar
    20/03/2012 às 07h50

    Evangelho do Dia

    Ano B - 20 de março de 2012

    João 5,1-16

    Glória a vós, Senhor Jesus, primogênito dentre os mortos! 
    Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo a alegria de ser salvo! (Sl 50,12.14) 

    Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. 
    5 1 Houve uma festa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. 
    2 Há em Jerusalém, junto à porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, que tem cinco pórticos. 
    3 Nestes pórticos jazia um grande número de enfermos, de cegos, de coxos e de paralíticos, que esperavam o movimento da água. 

    5 Estava ali um homem enfermo havia trinta e oito anos. 
    6 Vendo-o deitado e sabendo que já havia muito tempo que estava enfermo, perguntou-lhe Jesus: “Queres ficar curado?” 
    7 O enfermo respondeu-lhe: “Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; enquanto vou, já outro desceu antes de mim”. 
    8 Ordenou-lhe Jesus: “Levanta-te, toma o teu leito e anda”. 
    9 No mesmo instante, aquele homem ficou curado, tomou o seu leito e foi andando. Ora, aquele dia era sábado. 
    10 E os judeus diziam ao homem curado: “E sábado, não te é permitido carregar o teu leito”. 
    11 Respondeu-lhes ele: “Aquele que me curou disse: ‘Toma o teu leito e anda’”. 
    12 Perguntaram-lhe eles: “Quem é o homem que te disse: ‘Toma o teu leito e anda?’” 
    13 O que havia sido curado, porém, não sabia quem era, porque Jesus se havia retirado da multidão que estava naquele lugar. 
    14 Mais tarde, Jesus o achou no templo e lhe disse: “Eis que ficaste são; já não peques, para não te acontecer coisa pior”. 
    15 Aquele homem foi então contar aos judeus que fora Jesus quem o havia curado. 
    16 Por esse motivo, os judeus perseguiam Jesus, porque fazia esses milagres no dia de sábado. 
    Palavra da Salvação.

    <div><hr size="1" noshade="noshade" /></div><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"><tbody><tr><td width="224" valign="top">

    Comentário do Evangelho

    COLABORANDO COM O PRÓXIMO 

    A presença de Jesus era aquilo que faltava para que o paralítico obtivesse a cura desejada. O imenso desejo de ser curado levou-o, durante 38 longos anos, à piscina de Betesda, cujas águas, ao pôr-se em movimento, restituíam a saúde ao primeiro que nelas entrasse. No entanto, por ser paralítico, aquele homem não tinha agilidade suficiente para antecipar-se aos demais doentes. Resultado: permanecia ali, curtindo sua esperança de cura, enquanto outros eram miraculados. 
    A chegada de Jesus abriu-lhe a inesperada perspectiva de ser curado, sem necessidade do contato com as águas revoltas. E o milagre aconteceu. A seguir, obedecendo à ordem de Jesus, ele pegou a cama na qual jazia, e pôs-se a caminhar, sem dificuldade. 
    Este fato evangélico ajuda-nos a descobrir um sentido novo, na paixão de Jesus. Tal qual este doente de Jerusalém, toda a humanidade encontrava-se como que paralisada por causa do pecado, ansiando, ardentemente, pela libertação. Por si mesmas, as pessoas não conseguiriam atingir este objetivo. Necessitaram, pois, da ajuda de Jesus, cuja vida consistiu em colaborar para que todos nós pudéssemos superar a paralisia do pecado, e caminhar livremente para Deus. Em última análise, todos somos como o paralítico. Só Jesus, por sua morte e ressurreição, pode propiciar-nos a libertação. 

    Oração 
    Espírito de acolhida, torna-me sensível para eu reconhecer que, pela morte e ressurreição de Jesus, o Pai possibilitou a minha salvação.

    </td></tr></tbody></table>

     

  • EVANGELHO DO DIA 19-03-2012

    19

    Mar
    19/03/2012 às 07h46

    Evangelho do Dia

    Ano B - 19 de março de 2012

    Mateus 1,16.18-21.24

    Louvor e glória a ti, Senhor, Cristo, palavra de Deus! 
    Felizes os que habitam vossa casa, para sempre eles hão de vos louvar! 

    Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. 
    1 16 Jacó gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo. 
    18 Eis como nasceu Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava desposada com José. Antes de coabitarem, aconteceu que ela concebeu por virtude do Espírito Santo. 
    19 José, seu esposo, que era homem de bem, não querendo difamá-la, resolveu rejeitá-la secretamente. 
    20 Enquanto assim pensava, eis que um anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos e lhe disse: “José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo. 
    21 Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados”. 
    24 Despertando, José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado e recebeu em sua casa sua esposa. 
    Palavra da Salvação.

    <div><hr size="1" noshade="noshade" /></div><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"><tbody><tr><td width="224" valign="top">

    Comentário do Evangelho

    A CORAGEM DO MESSIAS 

    Na medida em que avançava no seu ministério, levantavam-se, para Jesus, toda espécie de barreiras. Seus adversários sentiam-se questionados por ele, e não sabiam como enfrentá-lo, na base do diálogo. Os argumentos do Mestre deixavam-nos desarmados. E eles não tinham a quem apelar, mesmo recorrendo à sabedoria que pensavam possuir. 
    A decisão de matar Jesus visava eliminar o mal pela raiz. Seria uma maneira de fazer calar, para sempre, aquela voz incômoda, banindo-o do meio do povo. Recorrendo à violência, os inimigos de Jesus pensavam resolver um problema com o qual recusavam defrontar-se: é possível Deus fazer-se presente na história humana, na pessoa de um homem? 
    Apesar de se precaver, o Mestre não se deixou levar pelo medo. Antes, mostrou-se suficientemente corajoso para defrontar-se, cara-a-cara, com quem ameaçava tirar-lhe a vida. O templo de Jerusalém foi o palco do confronto. Aí ele se pôs a pregar, abertamente, sua condição de enviado do Pai, ou seja, sua condição divina. Sua pregação derrubava o orgulho de seus adversários, pois ele é quem tinha o verdadeiro conhecimento do Pai. Enganavam-se seus adversários ao cultuar um Deus diferente daquele anunciado por ele. Por isso, a atitude mais sensata seria a de converter-se ao Deus de Jesus, deixando de lado a violência inútil. 

    Oração 
    Espírito de destemor, em meio às contrariedades por causa da fé, faze-me imitar a coragem do Mestre Jesus.

    </td></tr></tbody></table>

     

Ver postagens anteriores

Home |  Blog Grátis |  Hospedagem HTML Grátis |  Quem somos |  Parceria |  Anuncie |  Ajuda
Trabalhe no XPG |  Política de Privacidade |  Política de Segurança |  Denúncia © 2004-2017 XPG | Siga esta corrente